Nos últimos 7 anos, eu projetei a estratégia por trás de negócios digitais que a maioria das pessoas só conhece pela frente — a página de vendas, o anúncio no Instagram, o lançamento que "fez 7 dígitos."
Meu trabalho é o que vem antes de tudo isso: decidir qual oferta construir, pra quem, com qual estrutura de funil, em qual momento, e por quê. É a parte que ninguém vê, mas que determina se o resto funciona ou não.
Não cheguei à estratégia pelo caminho da academia. Cheguei pela porta dos fundos: comecei executando — copy, tráfego, automação, página de vendas — e fui subindo a stack até perceber que o problema da maioria dos experts não é nenhuma dessas peças isoladas. É a falta de um sistema que conecte todas elas.
Sistemas, gargalos, processos, métricas, otimização. Tudo que eu faço no digital passa por esse filtro.
Esses 7 anos atravessaram nichos diferentes — finanças, saúde, educação, desenvolvimento pessoal. Estruturei ofertas pelo framework do Hormozi, desenhei Value Ladders, planejei lançamentos no formato PLF, meteórico e semente, montei funis perpétuos com webinar.
Mas eu não sou só estrategista de slides. Eu sei construir o que eu projeto. Operei tráfego pago em escala, montei automações complexas com Make.com e ManyChat, configurei tracking server-side com CAPI e GTM, construí sites e landing pages sem WordPress. Essa combinação — pensar a estratégia E saber executar a infraestrutura — é rara. E é o que torna meu trabalho diferente.
O que eu aprendi em 7 anos fazendo isso é simples: os mesmos problemas se repetem.
O expert tem conhecimento real, mas não tem uma oferta que converte. A oferta até é boa, mas o funil não sustenta escala. O funil funciona, mas ninguém sabe de onde vêm as vendas porque o tracking é frágil. A estrutura roda, mas depende de uma pessoa pra cada decisão.
Esses não são problemas criativos. São problemas de engenharia.